A Ambev
fechou contratos de exclusividade com todos os bares no entorno do Engenhão
pelos próximos cinco anos, o estádio, como se sabe, já é patrocinado pela
Brahma.
A Coca Cola recentemente anunciou que conseguiu exclusividade no
camarote do mascote da Copa de 2014.
Há anos que a Ambev é quem domina o setor de
cervejaria no Brasil, porém já no setor de refrigerantes a Coca Cola é
indiscutivelmente líder no mercado, o que vemos atualmente é uma verdadeira
guerra entre essas grandes marcas, pela conquista de mais consumidores e que os
atuais não os deixem.
Observando os comerciais de ambos, vemos nada mais
que uma apelação insana pelo consumismo, são propagandas com edições de imagens
fantásticas, bonecos animados em 3D contentes e com super poderes, pessoas
felizes por estarem numa festa que só está acontecendo por conta daquelas
bebidas estupidamente geladas, refrescando nosso calor tropical, ora, não seja
por menos, somos o país das festas e de um calor invejado e desejado por “gringos”
de toda parte do mundo.
Seria discrepância imensa da minha parte negar que
ambas as bebidas são boas, consumo as duas, porém meu paladar foi quem
determinou que elas são boas e não um comercial de TV, mais infelizmente
vivemos num mundo em que “mostrar o que temos e consumir o que não podemos” é
determinante para que nos encaixemos num bom status social, então esperemos
esse tão esperado 2014, há, não esqueçam que por conta dessa “briguinha
publicitária” a FIFA obrigou o Brasil a liberar a venda de bebidas alcoólicas no
interior dos estádio onde acontecerão os jogos da Copa.
Quer dizer então que, grandes multinacionais lucram
ilicitamente acobertados por um acordo “amigável” que favorece único e
exclusivo a elas, enquanto isso anseios emanados da sociedade que pediram a
proibição da venda das bebidas alcoólicas, são jogadas na “lixeira” para depois
da Copa serem reutilizadas, atendendo a caprichos dos principais patrocinadores
do evento, que são as cervejarias.
Infelizmente tenho que dizer isso, mais, “Isso é o
Brasil”.
Thiago M. Florentino / com informações de Veja
sábado, 3 de novembro de 2012
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Eleições da OAB-PB sofre denúncias de irregularidades
O candidato
de oposição à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil subseccional da
Paraíba, Caius Marcelus, entregou hoje de manhã ao presidente nacional da
entidade, Ophir Cavalcante, um documento com denúncias de irregularidades no
processo eleitoral da entidade no Estado: “Processaremos internamente as
denúncias, que serão analisadas e se precisar tomar alguma providência, será
tomada", foi assim que se pronunciou Ophir. A chapa "Ordem é do
Advogado" ainda solicitou a presença de um observador nacional para
acompanhar todo o processo eleitoral.
No
documento entregue por Caius está relatado que Odon Bezerra acumulou as funções
de presidente da Ordem, presidente da comissão eleitoral e candidato. O prazo
de inscrição das chapas expirou e nem assim a comissão eleitoral foi instalada.
O processo eleitoral teve início em 14 de setembro, com a abertura do edital. A
primeira reunião com a comissão eleitoral só aconteceu em 23 de outubro.
De acordo
com o documento, a tesouraria da OAB está dificultando o parcelamento das
anuidades dos advogados que votam na oposição, sobretudo nas cidades de Patos,
Sousa e Cajazeiras. Outro ponto do documento relata a “distribuição de
expediente à tesouraria para que qualquer pedido de parcelamento somente fosse analisado/
autorizado pelo próprio presidente da OAB em evidente usurpação de competência
de tesoureiro”.
A
utilização do número de chapa (o número 1) para o grupo da situação, por meio
de extenso material de campanha, foi feito antes mesmo da definição da
numeração das chapas, observa ainda outro item do documento.
Ao final do
encontro, Caius afirmou que "A OAB não pode ser palco para disputas
político-partidárias. Somos advogados, queremos prestar o nosso trabalho e
precisamos confiar na Ordem." Caius afirmou ainda que espera que a
"OAB nacional acompanhe de perto o nosso processo, e encaminhe um
representante da comissão eleitoral para que abusos não sejam praticados e que
a OAB não seja prejudicada perante a sociedade".
Fonte:
Parlamentopb
Thiago M.
Florentino
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Você sabe de onde vem o termo Electro?
Mais
desde 2000 passou a ser usado por vários artistas diferentes, de Miss Kittin a
Boys Noize, que têm em comum generosos efeitos eletrônicos, uma pegada robótica
e uma dose de melodia.
O
subgênero Electro-house faz muito sucesso com nomes como Felguk, Dada Life e
Wolfgang Gartner.
Ninguém é igual a ninguém
Se não gosto de algo, não é necessário que eu tenha que
descartar quem está por trás daquilo, se a forma que essa pessoa encontrou de
fazer seu trabalho foi incompatível com minha aceitação, não apoio nem divulgo
ele.
Mais uma coisa, se houver erros, não me omitirei e os
delatarei primeiramente para quem os cometeu, agora se ele não que dar a mínima
importância, pensando mais no ter do que o saber e do reconhecer, que pena,
pois ele está sendo injusto e desrespeitoso consigo mesmo, então não tem porque
eu estar dando audiência ao que ele faz.
Paz e Bem para todos vocês.
Thiago M. Florentino
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