quarta-feira, 7 de março de 2012

CARTA PARA UMA AMIGA - Sobre medos e acontecimentos na vida.

Thiago M. Florentino  - Autor do Blog
O medo está de mãos dadas com nosso dia-a-dia, não devemos encarálo como algo que nos impeça de fazer algo, devemos vêlo como uma barreira a ser derrubada, algo que atrapalha um projeto do vida que deseja tanto por em prática.

Não tenha medo do medo, ele nos faz perceber que precisamo
s de mais coragem para enfrentar algo que não conhecemos.

A dor de perder algo/alguem é outro fato que nos trancafia ao obscuro da indignação e aos porquês de tal ter acontecido, porém a dor ao nos lançar nesse paradoxo, ela nos ajuda a ficarmos mais fortes cada vez mais, é praticamente proporcional, quanto maior a intensidade da dor, maior o fortalecimento adquirido, por mais que o sentimental queira prevalecer, seu ego fortalecido pelas experiências passadas te fazem levantar, abatido de alguma forma, porém, mais forte.

Somos presos há uma "Vila", cheia de crenças, lendas e enigmas, que já se sabe que é apenas uma forma encontrada pelos mais velhos de nos proteger, forma errada, mais é uma coisa de instinto paternal, não que seja errado ou feio ficar agarrado na "barra da saia" da mãe, ou se esconder por trás da perna de seu pai, isso não se explica, se sente, se vive.

Deveriam nos preparar para isso, que para chegar ao primeiro lugar tem que ser o último ao menos uma vez, saber qual o valor da queda, para depois levantarmos, talvez chorando pela dor física, mais de cabeça erguida procurando superar aquilo, não nos enfeitar com fantasias de supergarotos/garotas, que o dez é o foco de tudo e nada mais.

Enfim terminando essa transcrição do que penso ser necessário passar para você sobre coisas da vida, te chamo de minha amiga, porque não me preocupo com o esteticismo ficcionista do ter, procuro a simplicidade e a humildade de quem reconhece que precisa d'outro para saber viver nesse mundo.

Abraço de seu amigo
Thiago Medeiros Florentino.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Patos conta agora com um Núcleo de Educomunicação


A Prefeitura Municipal de Patos através da Secretaria de Educação, inaugurou hoje por volta das 18h o Núcleo de Educomunicação Comunitário Paulo Freire, no Conj. Noé Trajano.

O prédio que funcionará o Núcleo contará com Telecentro, Auditório e Rádio Comunitária, que também servirá para estágio de universitários em Comunicação Social e também para a prática de oficinas ligadas há área de comunicação do Programa “Mais Educação” que são desenvolvidas no município.

Thiago M. Florentino com informações da ASCOM

URGENTE!!! Correios de Junco do Seridó foi assaltado agora a pouco


Na manhã desta quarta-feira (29), quatro homens assaltaram a Agência dos Correios da cidade do Junco do Seridó-PB, os mesmos estavam em duas motos e evadiram do local tomando destino o estado vizinho do Rio Grande do Norte, sentido as cidades de Equador e Parelhas.

Neste momento guarnições da Polícia Militar do RN dão apoio à PM paraibana, fazendo diligências nas cidades de Equador e Parelhas.

Thiago M. Florentino om informações de QTH da Notícia.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Regra das oito horas de sono pode ser 'mito'


Dados científicos e históricos sugerem que a recomendação de oito horas ininterruptas de sono por dia pode ser baseada em um mito. Segundo especialistas, o processo biológico natural prevê um sono segmentado em duas partes, mas o padrão foi aos poucos sendo alterado por transformações sócio-culturais.

No início da década de 90, o psiquiatra Thomas Wehr realizou uma experiência na qual um grupo de pessoas ficou em um ambiente escuro durante 14 horas por dia em um período de um mês.

Os voluntários precisaram de um tempo para regular o sono mas, na quarta semana, eles apresentaram um padrão de sono muito diferente: eles dormiam por quatro horas, acordavam durante uma ou duas horas e depois dormiam por mais quatro horas.

Além desta pesquisa, em 2001 o historiador Roger Ekirch, da Universidade Virginia Tech, publicou um estudo depois de 16 anos de pesquisa que revelou várias provas históricas de que o sono humano é dividido em dois períodos.

Quatro anos depois, Ekirch publicou o livro At Day's Close: Night in Times Past ("No Fim do Dia: A Noite no Passado", em tradução livre), que mostra mais de 500 referências a um padrão de sono segmentado, em diários, registros jurídicos, livros médicos e literatura, desde a Odisseia, de Homero, até um relato antropológico a respeito de tribos modernas da Nigéria.

Estas referências descrevem um primeiro período de sono que começava cerca de duas horas depois do anoitecer, seguido de um período em que a pessoa ficava acordada por uma ou duas horas e então um segundo período de sono.

"Não é apenas um número de referências, é a forma como é relatado, como se fosse de conhecimento de todos", disse Ekirch.

Atividade noturna

Na experiência de Wehr, durante o período de duas horas em que as pessoas ficavam acordadas, havia atividade. Estas pessoas se levantavam, iam ao banheiro ou fumavam e algumas até visitavam os vizinhos.

A maioria das pessoas ficava na cama, lia, escrevia ou rezava. Vários livros de orações do final do século 15 traziam preces especiais para as horas entre os períodos de sono.

Estas horas nem sempre eram solitárias, as pessoas geralmente conversavam ou tinham relações sexuais.

Um manual médico da França do século 16 até aconselhava os casais que a melhor hora para conceber um filho não era no final de um longo dia de trabalho, mas "depois do primeiro sono".

Ekirch descobriu em sua pesquisa que as referências ao primeiro e segundo sono começaram a desaparecer no final do século 17. Isto começou nas classes sociais superiores do norte da Europa e nos 200 anos seguintes se espalhou para o resto da sociedade ocidental.

E, por volta da década de 20, a ideia do primeiro e segundo sono já tinha desaparecido.

O pesquisador atribui esta mudança à melhoria na iluminação pública, na iluminação doméstica e a um aumento do número de cafeterias, que, em alguns casos, ficam abertas a noite inteira. A noite se transformou em um período de atividade normal e o tempo de descanso diminuiu.

Noite, crime e luz

O historiador Craig Koslofsky, tem uma explicação para como a noite mudou, em seu liro Evening's Empire ("Império da Noite", em tradução livre).

"Antes do século 17, as associações feitas com a noite não eram boas", afirmou o historiador. Segundo Koslofsky, a noite era um período ocupado por criminosos, prostitutas e bêbados.

"Mesmo os ricos, que podiam pagar pela luz das velas, tinham coisas melhores nas quais gastar o dinheiro. Não havia prestígio ou valor social associados à noite."

Mas, tudo começou a mudar na época da Reforma e da Contra Reforma, no século 16, quando protestantes e católicos começaram a participar de cerimônias noturnas.

Esta tendência se espalhou pela esfera social, mas apenas para aqueles que tinham dinheiro para pagar por velas. Mas, com o início da iluminação pública, as atividades noturnas começaram a se espalhar por todas as classes.

Em 1667, Paris se transformou na primeira cidade do mundo a ter luzes nas ruas. Lille ganhou sua iluminação com velas no mesmo ano e Amsterdã, dois anos depois. Londres ganhou suas luzes em 1684 e, no final daquele século, mais de 50 grandes cidades da Europa contavam com iluminação noturna.

A noite virou moda e passar estas horas na cama era visto como perda de tempo.

E, segundo o pesquisador Roger Ekirch, a Revolução Industrial intensificou ainda mais este processo.

Um livro médico de 1829 pede que os pais obriguem suas crianças a não seguirem o padrão do primeiro e segundo período de sono, por exemplo.

Preferência

Nos dias de hoje a maioria das pessoas parece ter se adaptado ao padrão de oito horas ininterruptas de sono, mas Erkich acredita que muitos problemas do sono podem ter suas raízes na preferência natural do corpo humano por um período de sono dividido em 
períodos. E também à popularização da iluminação artificial.

E esta parece ser a raiz do problema que acomete muitas pessoas que acordam durante a noite e não conseguem voltar a dormir.

"Na maior parte da evolução nós dormimos de uma certa forma. Acordar durante a noite é parte da fisiologia normal humana", afirmou o psicólogo do sono Gregg Jacobs.

A ideia de que precisamos dormir em um único período pode ser prejudicial à saude, segundo Jacobs, caso as pessoas que acordem à noite fiquem ansiosas.

"Muitas pessoas acordam durante a noite e entram em pânico. Digo a elas que isto é apenas uma volta ao padrão de sono segmentado", disse o neurocientista especialista em relógio biológico da Universidade de Oxford Russell Foster.

Mas, a maioria dos médicos não reconhece que o sono ininterrupto de oito horas pode não ser natural.

"Mais de 30% dos problemas de saúde relatados por médicos têm origem direta no sono. Mas o sono tem sido ignorado em treinamentos médicos e existem poucos centros para o estudo do sono", afirmou Foster.

Thiago M. Florentino

Fonte: BBC/Brasil

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Gol perdido por Deivid vira piada mundial, veja o lance e também outras pérolas do jogador.


Ao perder um gol incrível ainda no primeiro tempo da semifinal da Taça Guanabara, no Engenhão, o atacante Deivid, do Flamengo, teria uma quinta-feira difícil. Ainda mais porque o Vasco venceu por 2 a 1 e eliminou o Flamengo da competição. "Foi talvez a empolgação para comemorar o gol, a vontade de marcar. Foi o gol mais perdido da minha vida", disse Deivid.

Aos 35 minutos, Leonardo Moura avançou pela direita, tirou a bola do goleiro Fernando Prass e tocou para Deivid, embaixo do gol,  a poucos centímetros da linha. Ele acertou a trave direita e perdeu o domínio da bola. Após o lance, a torcida do Vasco passou a gritar o nome de Deivid e o aplaudiu quando foi substituído no segundo tempo.

Nesta quinta, o jornal italiano La Gazzetta dello Sport publicou que o lance fez o resultado do jogo ficar em segundo plano. O portal inglês Sportige colocou o lance como 'o gol mais perdido do século'. E o diário português A Bola escreveu que  'Deivid pregou uma peça nos flamenguistas'. Na Espanha, o Marca manchetou em sua área de futebol internacional: 'Uma falha impossível'.

O lance de Deivid:


Confira outras pérolas do jogador rubro-negro:




Thiago M. Florentino

Fonte: Veja.com