sexta-feira, 23 de março de 2012

JAZ o "sociólogo do riso" - Chico Anysio.

São muitos os qualificativos que acompanham Chico Anysio, sendo o habitual "humorista" o que mais reduz a abrangência de sua obra. Talvez o que melhor defina a trajetória do cearense de Maranguape tenha sido a expressão "sociólogo do riso", cunhada em 1973 pelo jornal O Globo. A  verve politica de Chico Anysio sempre andou de mãos dadas com seu lado cômico - o filtro usado para destilar, ainda que disfarçada de piada, sua contundente atitude crítica. Juntar humor e crônica social sempre foi a especialidade de Francisco Anysio Vianna de Oliveira Paula Filho, morto às 14h52 desta sexta-feira, 23 de março, aos 80 anos. Chico Anysio estava internado desde o dia 5 de dezembro no hospital Samaritano, no Rio. Ele chegou com infecção urinária. Recebeu alta no dia 21 de dezembro de 2011, mas voltou a ser internado no dia seguinte por causa de uma hemorragia intestinal. O quadro evoluiu para uma pneumonia. A causa de sua morte foi uma parada respiratório e falência múltipla dos órgãos, decorrente do choque séptico causado pela infecção pulmonar.


No começo de 2011, Chico passou três meses hospitalizado por causa de dor no peito. Na ocasião, ele foi submetido a uma angioplastia para desobstrução de artéria, seguida de uma traqueostomia e uma endoscopia.

Os muitos tipos criados e interpretados por Chico Anysio ao longo dos 63 anos de carreira, mais do que fazer rir explicitavam aspectos vergonhosos da sociedade brasileira. Na galeria de 209 tipos cômicos – número apontado em seu site –, é possível detectar a prática do coronelismo, o culto à celebridade, o populismo, a confusão entre esferas pública e privada, a corrupção, o analfabetismo, a diferença entre ricos e pobres, entre outras mazelas políticas e sociais. Boa parte deles foi apresentado ao público entre 1973 e 1980, durante o programa Chico City. A atração foi a primeira da longeva carreira televisiva de Chico, que teve início em 1957 com o programa Noite de Gala, da TV Rio. 

Onze anos depois, em 1968, o humorista entraria para o elenco da Globo. Entre 1982 e 1990, ele apresentou o Chico Anysio Show.


No início dos anos 70, a crítica política e social também se tornava foco do humor, na Inglaterra, com a estreia da série cômica Monthy Python. Por aqui, Chico Anysio e Jô Soares seguiam a tendência de zombar do conservadorismo político. “Em algumas épocas, sobretudo as de forte censura, o humor funcionou como válvula de escape, já que possui vocação intrínseca para revelar verdades escondidas sob o véu da mera diversão”, diz Elias Thomé Saliba, titular de teoria da história da Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro As Raízes do Riso (editora Companhia das Letras, 366 páginas), em reportagem publicada no site de VEJA.


Precedidos por José Vasconcelos, tanto Chico Anysio, com Chico Anysio Show, quanto Jô Soares, com Viva o Gordo, transformaram a fórmula em apresentações ao vivo concorridas. Sobre o palco, diante do microfone, os dois destrinchavam o repertório de crítica política e social travestida de humor. O formato é idêntico à vigente comédia stand-up, praticada por humoristas jovens que fazem sucesso ao satirizar aspectos do cotidiano e celebridades.


Em suas últimas aparições públicas, Chico Anysio reclamou da geladeira a que foi submetido pela TV Globo. "De 1957, quando entrei na televisão, até 2002, quando extinguiram meus programas, sempre fui líder de audiência. Não sabia o que tinha feito de errado. Passei dias pensando em todos os diretores da Globo, um por um, para tentar chegar a quem teria me boicotado. Também pensei que os irmãos Marinho não gostavam de mim. Se o pai deles [Roberto Marinho, fundador da Rede Globo] estivesse vivo, eu não teria saído do ar", disse Anysio em entrevista à revista VEJA.

O criticismo ferrenho que sempre direcionou a políticos mirou, ultimamente, o próprio humor brasileiro televisivo. "Quero ver criarem fenômenos duradouros, capazes de lançar bordões que se repitam nas ruas, como faço."


Fonte: Veja

quarta-feira, 21 de março de 2012

Verdade!

Cores históricas e culturais, que fazem parte das raizes de tantas tribos e grupos afros no Brasil.

segunda-feira, 19 de março de 2012

O bom filho a casa retorna. 3º Congresso Jurídico das FIP homenageia o Prof. Paulo Bonavides, contando com participação do mesmo.

Maiores informações através do e-mail: congressojuridico@fiponline.com.br / Telefone: (83) 3421-7300 – Ramal 236
Como sumo admirador e engrandecedor do conjunto ciêntífico e docente jurídico brasileiro, estarei bastante honrado em poder fazer parte desse grandioso evento.

Minha contribuição não mais será como discente da citada acadêmia, pois desta me afastei por ver que meus ânseios batiam mais com um ser comunicacional, assim o fiz e hoje deleito minhas atenções ao estudo jornalístico.

E no exercício legal, orientado acadêmicamente, da prática jornalística, quero honrosamente noticiar além fronteiras desse sertão, que o bom filho a sua casa retorna, vem beijar esse chão que à luz lhe deu, para conhecer frutos de sua prática amante.

Emocionado termino esse texto, "teclando" os seguintes dizeres: 


" Seja bem vindo Paulo Bonavides, depois de um inssessante itinerário por esse mundo que Deus criou, não te guarde forças para esta volta tão esperada, faças uma viagem boa e relaxante, te aguardamos aqui, na terra do velho sol escaldante, na sua pátria amada."


Thiago M. Florentino


*Em breve trago a programação completa.

Fiquem com a cerveja de vocês, que agente saboreia a prata da casa!

Retornamos à colônia, somos proibidos de criar nossos interesses, o que é para nosso bem ainda tem de vir do estrageiro, o estatuto do torcedor proibi a venda de bebidas alcóolicas em estádios de futebol, já a carteira de estudante dá garantia da compra de ingressos pela metade do preço.

Mais os exploradores voltaram e querem dizer que isso está errado, não podemos proibir as grandes empresas de lucrarem, é um desacato ao crescimento econômico, que "se foda" o estudante brasileiro, ... - ora, mais que aldácia! se os estudantes eropeus vão pagar o valor inteiro dos ingressos, quem são esses "filhos de ninguém", para querer pagar só meio ingresso?

Depois de quatrocentos anos estuprando nossas índias e as negras que troxeram, agora arreganham nossa cosntituição e com seus "buxos" cheios de cereveja, gozam violentamente sua imundice, apodrecendo as folhas da carta magna que rege nosso país.

- Depois de tantos anos servindo a nós, agora vão querer dar uma de rebeldes? Somos os "homens bons", já esqueceram dagente? Trouxemos vocês ao mundo! E que história é essa que não podemos ver jogo sem tomar nossa cerveja gelada? Se quiser copa, tem que ter cerveja e se não tem cerveja, não tem copa. E vamos acabando com essa frescura de estudante pagar meio ingresso, quer ver jogo? paga ingresso todo!

Pois é seu gringo. Depois desses anos todos devem estar com muita fome né? - isso aê brazuca, cadê a indiazinha? (( - Pajé disse que pra ter a indiazinha tem que enfrentar guerreiro da tribo na selva! )), ...esquece, cadê a negona? (( - Negão mandou dizer que pra ter a negona tem jogar capoeira com mestre messias! )), ... deixa pra lá! Aê gringo, papo reto! os caras de brazilia podem ter dado uma ajudinha para o "buxo de cerveja" de vocês, mais prata da casa mermão, só quem come agora é os brazuca tá ligado!


Thiago M. Florentino

quarta-feira, 14 de março de 2012

Viver esse paradoxo da vida.

A momentos na vida que devemos sim, seguir em frente, pois como disse um grande filósofo, " é impossível banhar-se num rio com a mesma água.". Assim é a vida.

Mais também há momentos que devemos parar, Parar para refletirmos o que fizemos, ou o que deixamos de fazer, pararmos para descançar, apaziguar os ânimos efêmeros (principalmente a juventude), procurar nos encontrar com nosso sentido de viver, observarmos que a humildade, a simplicidade e a perseverança em crêr na fé que carregamos, nos faz ser o que somos, queremos ser da vida, mais as vezes não queremos aprender como seguila.

Buscamos sentido em muitas coisas para seguirmos com nossos desejos e ânseios na vida, porém como na maioria dos casos, esquecemos de procurar como realizar tais, inflamados pelo calor do eros, ou incorporados por Thêmis, cedentos por justiça ou munidos dos ditos de Moisés (olho por olho e dente por dente). Aprendamos que a razão não é coisa "careta", de um brother dando um "teco" na erva, racionalizar e exercitar nossa reflexão sobre as coisas que giram em torno de nossa visão e as que estão embutidas, onde atravéis desse exercício podemos descobrilas.

Viver a vida, é estar constantemente nesse paradoxo, de nos deixar levar pelas constantes r'evoluções que acontecem na vida e ao mesmo tempo, fazer algumas pausas momentâneas, para refletirmos o que realmente faz sentido para vivermos.


Thiago M. Florentino