quinta-feira, 17 de novembro de 2016

O problema não foi a presença do Caco Barcelos, sim o mal que a empresa que ele trabalha representa

Momento da agressão ao repórter Caco Barcelos da Rede Globo
Foto: divulgação da internet
Não é apenas homicídio e tráfico de drogas que gera violência. Mentiras, manipulações, e deturpação das informações e dos fatos não deixam de ser um atentado violento a inteligência das pessoas, e, com o passar dos tempos isso causa revolta, nesse sentido, quem paga o pato é o lado mais frágil da linha de produção da informação.

Seria mentira dizer que não é um sonho trabalhar numa gigante midiática, o problema é quando os atos e ações desta perante a maioria avassaladora da sociedade são abomináveis em todos os sentidos, daí quando o sentimento de revolta entra em ebulição contra a representação dessa, vem querer cobrar a legitimidade de exercício legal da profissão?

Ora! Se tu ao menos andar com, ou tiver proximidade com uma tribo regueira, te condenam de maconheiro, se tu apenas diz que lê e admira Karl Max, te condenam de comunista (como se ser comunista fosse uma ofensa), se tu admira e diz ser representado por Jair Messias Bolsonaro é condenado de fascista, estuprador, homofóbico (como se defender ou apoiar quaisquer político fosse abominável), mas, tu trabalha, defende e representa um grupo que guarda um histórico de corrupção e manipulação midiática, onde seus erros expostos são absurdamente maiores que os acertos, não quer ou não admite ser questionado ou reprimido por tal? Tenha santa paciência!

Lamentável pelo ocorrido no Rio de Janeiro, o problema não foi a presença do profissional Caco Barcelos e os cinegrafistas que o acompanhavam, que trabalham na linha de frente da informação, pois esse são apenas os peões do tabuleiro, enquanto que a alta corte faz a manipulação das informações conforme seus interesses comerciais e políticos. Isso é apenas o reflexo de décadas enganando e mentindo para a população, o povo cansa de tanto mal caratismo e falta de compromisso com a verdade dos fatos.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Exitus e DPC, conheça a visão, missão e valores dessas empresas que são destaque na Paraíba

As empresas Exitus e DPC com a intenção de mostrar que vão além da distribuição de cosméticos, lançam seus quadros de Visão, Missão e Valores, como proposta de firmar um elo entre as empresas e seus clientes com os produtos fornecidos.


João Alves consegue 10 votos e é eleito presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba

Foto: divulgação TJ-PB
O desembargador João Alves é o novo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba. Ele venceu a eleição para presidente, obtendo 10 votos. O desembargador Joás de Brito ficou em segundo, com um total de oito votos. O pleito registrou ainda um voto nulo. O vice-presidente será o desembargador Leandro dos Santos, escolhido com 12 votos. O desembargador João Benedito, que também concorreu, obteve 6 votos
 
João Alves já foi presidente do Tribunal Regional Eleitoral e vai suceder o desembargador Marcos Cavalcanti na presidência do TJPB.
 
O desembargador José Aurélio, que havia renunciado à presidência do Tribunal Regional Eleitoral para disputar a presidência do TJ e acabou desistindo do pleito principal, foi eleito para o cargo de corregedor-geral de Justiça.
 
A nova mesa diretora toma posse em fevereiro de 2017.

ParlamentoPB

TCE-PB realiza encontro com prefeitos eleitos nesta quinta

Arte: divulgação da internet
O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba promove, nesta quinta-feira (17) a partir das 8h:30, o ‘Encontro de Transição de Governo e Gestão Municipal, destinado a orientar prefeitos e vice-prefeitos eleitos em 2 de outubro passado acerca de temas como ‘Controle e Transparência das Contas Públicas’, ‘ Responsabilidade na Gestão Geral e Fiscal’, ‘Transição e Principais obrigações junto ao TCE’ e ‘Gestão Previdenciária’.

De acordo com o presidente do TCE-PB, conselheiro Arthur cunha Lima, o evento promovido por meio da Escola de Contas Otacílio Silveira tem caráter pedagógico. O objetivo principal, conforme frisou, é levar aos gestores as principais orientações sobre normas e obrigações da gestão pública. O encontro, que acontecerá no Centro Cultural Ariano Suassuna, pertencente ao TCE, terá a coordenação geral do conselheiro Marcos Antonio da Costa, dirigente da Ecosil.

Palestras – A primeira palestra será apresentada pelo vice-presidente do TCE-PB, conselheiro André Carlo Torres Pontes  sobre ‘Controle e Transparência das Contas Públicas’. Logo em seguida, a procuradora geral Sheyla Barreto Braga de Queiroz expõe as ‘Visões do Ministério Público de Contas Acerca das Contas de Gestão de Prefeitos’.

A ‘Transição e Governo e Principais obrigações decorrentes de Atos Normativos do TCE’, será exposta pela auditora de contas públicas, Fabiana Lusia. Ela também apresentará o ‘Manual e Resoluções sobre Transição’.

A ‘Apresentação dos Sistemas do TCE-PB’ terá exposição do chefe de assessoria técnica, Ed Wilson Fernandes de Santana. Será às 10h.

Após um intervalo, às 11h, será feita pela auditora de contas pública, Zaíra Chagas Guerra, a palestra ‘ Responsabilidade na gestão Geral e na Gestão Fiscal- Receita e Despesa Pública.

‘Gestão de Pessoal’, será o tema da palestra da auditora de contas públicas, Luizi Moreira Gonçalves Pereira, a partir das 12h. A auditora Sara Rufino, falará em seguida sobre ‘Gestão Previdenciária’.

A adoção de providências com vista à transmissão do cargo aos novos prefeitos, que serão empossados em janeiro de 2017, é estabelecida pela Resolução Normativa TC Nº 03/2016.

A resolução define que compete ao TCE-PB, no exercício do controle prévio, a emissão de orientação a cerca da transição entre as gestões de atuais prefeitos e a dos eleitos, “visando assegurar suficientes garantias à elaboração de uma demonstração contábil confiável e dentro dos parâmetros legais, necessárias a regular transição”.

Manual – Os prefeitos receberão durante o encontro um manual sobre orientações aos gestores, transição de Governo, providências iniciais ao tomar posse e principais obrigações junto ao TCE.

Cadastro dos eleitos – Durante o evento, os prefeitos eleitos farão o preenchimento de um pré-cadastro para que possam a partir de janeiro ter acesso ao Portal do Gestor Público do Tribunal de Contas.

O Portal do Gestor é um site que proporciona um meio de interação entre os jurisdicionados e o Tribunal, relativo ao envio de processos e documentos. Por meio desse portal, os gestores remetem ao TCE processos de prestação de contas, balancetes, relatórios de gestão fiscal, entre outros.

As inscrições, feitas de modo gratuito e online pela internet, permanecem abertas por meio do portal.tce.pb.gov.br e informações complementares podem ser obtidas pelos telefones 3208-3435 ou 3208-3383. Para inscrição acesse AQUI

Ascom/TCE-PB

Trágico se não fosse cômico

Foto: divulgação da internet
Na labuta diária em Pombal venho observando em algumas conversas e bate papo entre amigos, de quando estou presente e alguém pergunta por Patos, constantemente sai a pérola;
O povo de Patos é ingrato, deveriam ter gratidão eterna a José Maranhão, passaram uma vida morrendo de sede, Maranhão levou a água de Coremas para lá e em troca deram a ele uma derrota para Cássio.
Primeiramente FORA TEMER! Em segundo, mostrando totalmente o contrário da indagação feita, em 2002 José Maranhão foi o senador mais bem votado na cidade até então, com 24.002 sufrágios, e no pleito de 2006 para governador, mesmo perdendo no estado Maranhão ganhou de Cássio no primeiro e segundo turno em Patos, em 2014 novamente disputando o senado, superou a votação de Cássio em 2010 (24.453) com 25.353 votos na Morada do Sol.

O Trágico da história é que o analfabetismo político faz com que essas pessoas achem que não deveria existir outra forma de política a não ser a do coronelismo. O Cômico é que a cegueira política os impediu de ao menos se informar quais as votações de Maranhão após sua saída do governo em 2000.